A 20, 21 e 22 de junho, a foi convidada para os TEN-T DAYS ou jornadas anuais da RTE-T (Rede transeuropeia de transporte). Foi a ocasião para todos fazerem o ponto da situação nos 9 corredores.

Violeta Bulc e a Ministra dos Transportes neerlandesa, Melanie Schultz van Haegen Da esquerda para a direita: Violeta Bulc, Comissária responsável pelos Transportes, Melanie Schultz van Haegen, Ministra dos Transportes neerlandesa

De salientar uma conferência com a Comissária responsável pelos Transportes, Violeta Bulc, que insistiu para que o cidadão seja colocado no centro dos grandes projetos de transporte e, nomeadamente, de infraestruturas, e para que a descarbonização do setor seja realmente prioritária.

Laurens Jan Brinkhorst e Michel Caniaux Da esquerda para a direita: Laurens Jan Brinkhorst, coordenação do corredor mediterrânico, Michel Caniaux, Delegado-geral da

Igualmente interessantes foram as oficinas com os coordenadores dos corredores: Laurens Jan Brinkhorst, coordenador do corredor mediterrânico e Carlo Secchi, coordenador do corredor atlântico, os dois corredores que constituem a Via Atlântica e que a pretende ligar, para assegurar a continuidade deste grande eixo europeu este-oeste.

Carlo Secchi, Michel Caniaux e Carlo de Grandis Da esquerda para a direita: Carlo Secchi, coordenação do corredor atlântico, Michel Caniaux, Delegado-geral da , Carlo de Grandis, coordenação do corredor atlântico

Michel Caniaux pôde reunir com os dois coordenadores-chave da Via Atlântica, atentos às obras da , e que aconselharam a constituição de um sólido dossier face à revisão das RTE-T, a fim de que esta considere a ligação do corredor Atlântico ao corredor Mediterrânico a nível de Lyon, no eixo Lyon-Turin que deixa de ser “sem saída” num eixo este-oeste inacabado.

Outros intervenientes do colóquio fundador de 1 de julho de 2015 puderam reunir como Herald Ruijters, responsável da unidade, e manter a ligação com a Comissão.

A intervenção de Madrid de 7 de junho e o convite para os TEN-T inscrevem-se na continuidade do colóquio fundador da Via Atlântica de 1 de julho de 2015 em Bruxelas, ou seja, o enraizamento da Via Atlântica no espírito europeu. Por essa razão, se a acessibilidade e abrangência dos territórios, a mobilidade sustentável dos cidadãos, permanecem uma prioridade, os franceses não devem ficar para trás e nenhuma coletividade visada deverá correr o risco de enfraquecer a abordagem!